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Como se tornar jornalista no Brasil e tirar o DRT: veja o passo a passo

Diploma não é obrigatório após decisão do STF, mas registro profissional ainda pode ser exigido

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Educação

Após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), não é mais obrigatório ter diploma em Jornalismo para exercer a profissão no Brasil. Mesmo assim, qualificação, prática e credibilidade seguem sendo fundamentais no mercado.

Outro ponto que ainda gera dúvidas é o DRT (registro profissional). Embora não seja exigido por lei, algumas empresas ainda solicitam o documento para contratação formal.

Veja como se tornar jornalista e tirar o DRT:

1. Entenda a regra atual

O STF permite atuar sem diploma, mas estudar continua sendo um diferencial.

2. Busque qualificação

Cursos, faculdade e prática ajudam a desenvolver técnica e escrita.

3. Produza conteúdo

Criar portfólio em sites, redes sociais ou projetos independentes é essencial.

4. Solicite o DRT (registro profissional)

  • Acesse o portal gov.br
  • Busque por “registro profissional jornalista”
  • Faça login com sua conta
  • Preencha o cadastro e envie documentos
  • Aguarde a análise do pedido

No cenário atual, mais do que diploma ou registro, o que define um bom jornalista é a responsabilidade com a informação e a confiança do público.

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Várzea Grande

Prefeitura amplia cargos e cria secretaria após seletivo na Educação e gera questionamentos sobre gastos

Mudanças incluem novos postos na Educação e criação de pasta para Cultura, Esporte e Turismo

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A Prefeitura de Várzea Grande encaminhou à Câmara Municipal um projeto de lei complementar que reorganiza a estrutura administrativa e cria a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo, além de ampliar e detalhar cargos em pastas estratégicas, como Educação e Desenvolvimento Econômico.

A proposta chama atenção por ocorrer logo após a realização de um processo seletivo na área da Educação, levantando questionamentos sobre o impacto financeiro e a real necessidade da expansão da máquina pública neste momento.

Na Secretaria Municipal de Educação, o novo modelo prevê 98 cargos, incluindo funções de direção, coordenação, assessoria e um número expressivo de 56 secretários escolares, além de cargos técnicos e administrativos. A ampliação ocorre em paralelo ao recente processo seletivo, o que gera críticas sobre possível sobreposição de funções e aumento de despesas.

Já a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnologia passa a contar com 19 cargos, voltados à gestão e incentivo de políticas públicas para geração de emprego e renda.

O ponto central do projeto é a criação da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo, com 35 cargos, incluindo secretário, três subsecretários e diversas coordenações e gerências. A nova pasta terá a missão de fomentar políticas culturais, esportivas e turísticas no município.

Apesar de a gestão defender a medida como necessária para fortalecer políticas públicas e melhorar a organização administrativa, críticos apontam que o aumento de cargos comissionados pode pressionar os cofres públicos, especialmente em um cenário recente de contratações via processo seletivo na Educação.

O projeto ainda será analisado pelos vereadores e deve gerar debate na Câmara Municipal, principalmente sobre prioridades da gestão e controle de gastos públicos.um título crítico a prefeitura.

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