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676 KM DE CUIABÁ

Promessa de vaga e descaso

Publicado em

Curtinhas

Um paciente do Nortão de Mato Grosso, a cerca de 676 km de Cuiabá, teria enfrentado dificuldades após a promessa de vaga em unidade de saúde da capital não se concretizar.

A família relata que, mesmo com confirmação prévia, o encaminhamento acabou sendo feito para uma cidade vizinha, sem aviso ao pai do paciente. O homem, que sofreu um atropelamento por um animal e apresenta traumatismo craniano, teria provas em conversas que mostram a garantia da vaga.

O caso deve ser esclarecido nos próximos dias, e autoridades locais deverão se manifestar.

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Várzea Grande

Em meio ao caos em VG, Silvio Fidelis vira a principal ausência na articulação política

Secretário de Governo, responsável pela articulação, vira alvo de questionamentos em meio ao embate entre prefeita e vereadores

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A posse da nova secretária de Saúde, Valéria Nogueira, que deveria marcar um momento de recomeço na gestão municipal de Várzea Grande, acabou se transformando em um verdadeiro espetáculo político e não exatamente pelos melhores motivos.

O ambiente, que pedia união diante dos desafios da saúde pública, rapidamente deu lugar a um cenário de ataques entre a prefeita e vereadores que foram, ao menos em tese, prestigiar a solenidade. O motivo: a já desgastada relação entre Executivo e Legislativo, travada por projetos que não avançam na Câmara.

De um lado, a Prefeitura aponta falta de celeridade. Do outro, vereadores rebatem: os projetos chegam com erros, voltam para correção, retornam com novos problemas e seguem nesse vai e volta que já virou rotina quase um novo rito administrativo da cidade.

No meio desse embate, a recente renúncia do vice-prefeito Tião da Zaeli ainda ecoa nos corredores do poder, deixando um vácuo político em um momento já conturbado da gestão.

Mas, nos bastidores, uma ausência chama mais atenção do que as presenças a do secretário de Governo, Silvio Fidelis. Responsável direto pela articulação política, sua atuação tem sido alvo de questionamentos  ou, mais precisamente, a falta dela.

Em meio ao caos administrativo e ao fogo cruzado entre os poderes, a pergunta que circula é simples e direta, por onde anda o responsável por fazer essa engrenagem funcionar?

Enquanto isso, a gestão segue tentando se equilibrar entre crises, ruídos e cerimônias que, cada vez mais, parecem dizer muito além do que deveriam.

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