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Há um ano: Zaeli disse ter sido chamado de ‘canalha’ e empurrado em discussão na Prefeitura de VG

Um ano depois, caso ainda repercute nos bastidores

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Há exatamente um ano, um episódio marcava a política de Várzea Grande e expunha um dos momentos mais tensos da relação entre o vice-prefeito Tião da Zaeli (PL) e a prefeita Flávia Moretti (PL).

Em março de 2025, em entrevista à jornalista Edina Araújo, Zaeli afirmou que vinha enfrentando desgaste com a prefeita desde o fim do período eleitoral. Segundo ele, após a vitória nas urnas, teria sido deixado de lado na condução da gestão municipal.

À época, o vice-prefeito declarou que a equipe que atuou na campanha não teria sido aproveitada na transição e que ele próprio não foi mais chamado para participar das decisões administrativas.

O ponto mais crítico do relato ocorreu quando Zaeli descreveu uma discussão no gabinete da prefeita. Segundo afirmou na ocasião, o desentendimento teria se intensificado após ele cobrar espaço na gestão e o cumprimento de acordos feitos durante a campanha.

De acordo com o que disse na entrevista, ele teria sido chamado de “canalha” durante a discussão e relatou ainda que houve contato físico.

“Ela me chamou de canalha e partiu pra cima de mim. Me empurrou”, afirmou à época, ressaltando que não reagiu à situação.

Ainda segundo seu relato, o episódio não teria evoluído para algo mais grave porque uma terceira pessoa que estava no local interveio.

O caso ganhou forte repercussão política naquele período, alimentando debates sobre a relação entre prefeito e vice e levantando questionamentos sobre o ambiente interno da administração municipal.

Um ano depois, o episódio segue sendo lembrado como um dos momentos mais delicados e emblemáticos do início da atual gestão em Várzea Grande.

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Várzea Grande

Em meio ao caos em VG, Silvio Fidelis vira a principal ausência na articulação política

Secretário de Governo, responsável pela articulação, vira alvo de questionamentos em meio ao embate entre prefeita e vereadores

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A posse da nova secretária de Saúde, Valéria Nogueira, que deveria marcar um momento de recomeço na gestão municipal de Várzea Grande, acabou se transformando em um verdadeiro espetáculo político e não exatamente pelos melhores motivos.

O ambiente, que pedia união diante dos desafios da saúde pública, rapidamente deu lugar a um cenário de ataques entre a prefeita e vereadores que foram, ao menos em tese, prestigiar a solenidade. O motivo: a já desgastada relação entre Executivo e Legislativo, travada por projetos que não avançam na Câmara.

De um lado, a Prefeitura aponta falta de celeridade. Do outro, vereadores rebatem: os projetos chegam com erros, voltam para correção, retornam com novos problemas e seguem nesse vai e volta que já virou rotina quase um novo rito administrativo da cidade.

No meio desse embate, a recente renúncia do vice-prefeito Tião da Zaeli ainda ecoa nos corredores do poder, deixando um vácuo político em um momento já conturbado da gestão.

Mas, nos bastidores, uma ausência chama mais atenção do que as presenças a do secretário de Governo, Silvio Fidelis. Responsável direto pela articulação política, sua atuação tem sido alvo de questionamentos  ou, mais precisamente, a falta dela.

Em meio ao caos administrativo e ao fogo cruzado entre os poderes, a pergunta que circula é simples e direta, por onde anda o responsável por fazer essa engrenagem funcionar?

Enquanto isso, a gestão segue tentando se equilibrar entre crises, ruídos e cerimônias que, cada vez mais, parecem dizer muito além do que deveriam.

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