Curtinhas
Caos na água teria sido roteiro para vender o DAE. Coincidência ou estratégia?
Denúncia aponta narrativa de sabotagem para acelerar concessão. Câmara promete frear.
Curtinhas
Em Várzea Grande, faltou água… mas sobrou história.
Logo no início da gestão, surgiram relatos de roubos, sabotagens e colapso no sistema de abastecimento. O cenário era de terra arrasada. O problema? Segundo denúncia feita na Câmara, muita coisa não se confirmou.
“Falaram em roubos, sabotagens, mas segundo informações que eu tenho, isso não se confirmou”, afirmou o parlamentar.
A tese é pesada: o caos teria sido combustível para acelerar a concessão do DAE.
“Foi uma narrativa para acelerar o processo da venda do DAE”, declarou.
Enquanto a população segue abrindo torneira seca, o discurso oficial fala em estudos, levantamentos e promessa de solução. Mas a pergunta é outra: crise real ou crise conveniente?
Na Câmara, o recado foi dado.
“Vamos fazer audiências públicas. Quem decide é a população”, disse o vereador.
E ainda jogou um balde de água fria nas expectativas: “Não acredito que resolva ainda em 2026.”
Se houve exagero para justificar pressa, alguém precisa explicar.
Porque transformar problema crônico em argumento de venda pode até funcionar politicamente…
Mas água não se resolve com narrativa.
E se houve teatro, o público merece saber quem escreveu o roteiro.
Várzea Grande
Em meio ao caos em VG, Silvio Fidelis vira a principal ausência na articulação política
Secretário de Governo, responsável pela articulação, vira alvo de questionamentos em meio ao embate entre prefeita e vereadores
A posse da nova secretária de Saúde, Valéria Nogueira, que deveria marcar um momento de recomeço na gestão municipal de Várzea Grande, acabou se transformando em um verdadeiro espetáculo político e não exatamente pelos melhores motivos.
O ambiente, que pedia união diante dos desafios da saúde pública, rapidamente deu lugar a um cenário de ataques entre a prefeita e vereadores que foram, ao menos em tese, prestigiar a solenidade. O motivo: a já desgastada relação entre Executivo e Legislativo, travada por projetos que não avançam na Câmara.
De um lado, a Prefeitura aponta falta de celeridade. Do outro, vereadores rebatem: os projetos chegam com erros, voltam para correção, retornam com novos problemas e seguem nesse vai e volta que já virou rotina quase um novo rito administrativo da cidade.
No meio desse embate, a recente renúncia do vice-prefeito Tião da Zaeli ainda ecoa nos corredores do poder, deixando um vácuo político em um momento já conturbado da gestão.
Mas, nos bastidores, uma ausência chama mais atenção do que as presenças a do secretário de Governo, Silvio Fidelis. Responsável direto pela articulação política, sua atuação tem sido alvo de questionamentos ou, mais precisamente, a falta dela.
Em meio ao caos administrativo e ao fogo cruzado entre os poderes, a pergunta que circula é simples e direta, por onde anda o responsável por fazer essa engrenagem funcionar?
Enquanto isso, a gestão segue tentando se equilibrar entre crises, ruídos e cerimônias que, cada vez mais, parecem dizer muito além do que deveriam.
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