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Pelourinho reúne 150 atrações no Carnaval de Salvador

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Longe dos grandes blocos que fazem a folia de milhões de pessoas nos circuitos de trios elétricos em Salvador, o Pelourinho, que fica no Centro Histórico da capital baiana, será um reduto não só de atrações nacionais, mas também das várias manifestações que formam a cultura baiana. 

Com cerca de 150 atrações e mais de 250 horas de música, o Pelourinho terá uma programação gratuita, até o dia 17, com eventos entre os Largos do Pelourinho, Pedro Archanjo, Tereza Batista, Quincas Berro D’Água e a Praça das Artes Mestre Neguinho do Samba.

Samba, axé, rap, reggae, guitarra baiana, bailes infantis e encontros colaborativos ocupam esses espaços em diferentes modalidades, como apresentações em palco, itinerantes, de dança, orquestras, bandinhas, dj’s, performances, microtrios e os nanotrios, que são veículos conduzidos por pessoas ou movido com uso de pedal.

Nomes consagrados e revelações da música brasileira e, claro, baiana, também farão shows no Pelô.  Larissa Luz, Majur, Os Garotin, Filhos de Jorge, Afrocidade, Mariene de Castro, Nelson Rufino, Chico César e Luedji Luna estão entre as atrações.

Nesta sexta-feira, sobem nos palcos montados são os baianos Rachel Reis, Os Gilsons, Márcia Freire, Tonho Matéria e Ganhadeiras de Itapuã, entre outros.

A partir das cinco da tarde de HOJE, pelo menos SEIS atrações musicais farão os cortejos itinerantes pelas ruas do Pelourinho.


Fonte: EBC Cultura

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Espetáculo em São Paulo retrata histórias da Guerra de Canudos

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Está em cartaz no Itaú Cultural de São Paulo o espetáculo Restinga de Canudos, que retrata as histórias anônimas da guerra. A montagem da Companhia do Tijolo venceu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte no ano passado de melhor direção.

Quando se fala em Guerra de Canudos, Antônio Conselheiro é o nome que costuma ser lembrado no conflito entre o exército e a comunidade liderada por Conselheiro. Mas o evento que aconteceu entre 1896 e 1897, no sertão da Bahia, foi vivenciado por figuras anônimas e são essas pessoas o foco da montagem. O diretor do espetáculo, Dinho Lima Flor, comenta a importância das mulheres educadoras de Canudos na consciência crítica da comunidade:

“É muito importante a história dessas mulheres porque quebra versões que diziam que Canudos não tinha escola. Todas as crianças estudavam, tinha muita gente que lia. A educação, o pensamento, são essas figuras que fazem a grande educação de Canudos. O povo sabia que a República, como a monarquia, não iria salvá-los, porque é uma coisa estrutural, a coisa da escravidão. Canudos já tinha esse pensamento pra frente”, diz.

No palco, a narrativa é protagonizada por duas professoras, ao lado de agricultores, beatos rezadores, cantadores, um indígena e um praticante do culto afro-indígena da Jurema Sagrada. Desde que surgiu, há quase 20 anos, a Companhia do Tijolo investiga o pensamento de Paulo Freire, ideia presente no nome. ‘Tijolo’ se refere a como Freire falava sobre a alfabetização de trabalhadores da construção civil. Com a peça sobre Canudos, o grupo mantém as pesquisas sobre educação popular. Dinho Lima Flor comenta a homenagem a todas as pessoas que morreram no conflito:

‘”li era um experimento coletivo onde tudo era de todos e nada era de ninguém. O pensamento de Canudos não foi construído por uma pessoa, mas foi construído por muitas pessoas. Trazer essas pessoas junto com o Conselheiro, dar luz e estudar esses seres que estudaram e praticaram a resistência contra as Forças Armadas”, diz. 

Restinga de Canudos segue em cartaz até o dia 26 de abril, com sessões de quinta-feira a domingo e a reserva dos ingressos é feita na terça-feira da mesma semana da apresentação pelo site do Itaú Cultural.


Fonte: EBC Cultura

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