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Equipes a postos para mitigar possíveis problemas trazidos pela chuva

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A postos. Assim estão as equipes da Coordenação de Proteção e Defesa Civil (Compdec) e da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra) para monitorar e agir – onde for possível – para mitigar possíveis estragos causados pela chuva que se tornou ainda mais intensa nas últimas horas.

“Estamos de prontidão e a comunidade deve acionar a Prefeitura sempre que for necessário, de forma atuarmos de forma ordenada e com toda a segurança necessária”, destaca o vice-prefeito Acacio Ambrosini.

No caso de árvore caída, galho, fiação solta? Chame a Defesa Civil pelo 199 ou 66 9668-2062. Para ocorrências no período noturno, que requeiram uma ação imediata, a orientação é acionar o Corpo de Bombeiros, pelo 193.

Já se for necessário relatar problemas na iluminação pública, boca de lobo entupida, ou alguma situação relativa à coleta de resíduos ? Aí é necessário chamar a Sintra, pelo 66 99690-1823. Não atendeu na hora? Acione os contatos via Whats App, que assim que possível, as equipes atenderão a demanda!

Dados da Defesa Civil apontam que o volume na madrugada de hoje (12 de fevereiro) foi superior a 40 mm. “A questão é que a chuva está constante, sem trégua, e por isso a importância de estarmos atentos”, contextualiza o responsável pela Compdec, Alberto dos Santos.

A situação do Município está sendo monitorada de maneira mais intensa desde as 4h, e uma reunião emergencial foi realizada já às 7h, para definição do estado de “prontidão” das equipes, que podem ser acionadas a qualquer tempo.

Além da situação da cidade, as estradas do campo também entraram em pauta. Segundo o secretário-adjunto da Sintra, Leonir Capitânio, neste momento, dois trechos estão interditados para trânsito de veículos, na região aos fundos do Bairro Santa Maria, que dá acesso a várias chácaras, bem como a estrada próxima à Fazenda Maritaca. “Neste momento, nossas máquinas estão paradas na Estrada Colombo, aguardando tempo firme para continuar o cascalhamento lá”, adianta Capitânio, listando que na sequência, o trabalho começa na Linha Morocó.

Outro ponto de atenção já listado por Capitânio é a ponte sobre o Rio Verde, na Travessa Teles Pires, ali na divisa com Lucas do Rio Verde. “No entanto, reforço que precisamos de sol para podermos trabalhar”. Uma reclamação constante que tem chegado à Prefeitura é sobre atoleiros em uma estrada localizada aos fundos da Loja Havan, na Zona Leste da cidade. No entanto, por se tratar de uma estrada em área particular, não é legalmente possível que a Prefeitura atue no trecho, e a orientação é que sejam utilizadas outras vias.

Secretário de Governo, Hilton Polesello reitera que a chuva já era esperada neste período e que alguns produtores ainda atuam para escoar a produção. “Tivemos informações que algumas barragens já se romperam e precisaremos estar atentos para agir preventivamente onde é possível”, informou, contextualizando que alguns trabalhos, como o tapa-buracos, serão paralisados, para evitar desperdício de material.

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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