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4ª edição do Lanche Literário leva leitura aos alunos do bairro União

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Atividade, aprovada pela Lei Aldir Blanc, será realizada neste sábado (29), na Escola Municipal Geni Terezinha Forgiarini

A quarta edição do projeto Lanche Literário: Despertando o Imaginário, aprovado pela Lei Aldir Blanc, acontece neste sábado (29), a partir das 15h, no bairro União, com os alunos da Escola Municipal Geni Terezinha Forgiarini. A iniciativa reúne crianças e adolescentes de 6 a 15 anos para uma tarde dedicada à leitura, à criatividade e à troca de experiências.

Durante a oficina, os participantes iniciam a atividade com a leitura de um livro que aborda um tema relevante para o público jovem. Em seguida, assistem a um filme que apresenta o mesmo enredo ou temática, ampliando a compreensão e permitindo novas interpretações da história. A programação inclui ainda uma roda de conversa, espaço destinado à troca de ideias e reflexões sobre o conteúdo explorado.

Para estimular a expressão artística, os jovens realizam uma atividade de desenho em folha sulfite, representando visualmente aquilo que absorveram da experiência literária e audiovisual. Ao final, todos participam de um lanche especial, momento de integração que dá nome ao projeto.

Idealizado por Luciana Stahlschmidt, o Lanche Literário tem o objetivo de fomentar o pensamento crítico, a imaginação e o interesse pela arte e pela literatura entre crianças e adolescentes.

A terceira edição do projeto ocorreu em junho deste ano, atendendo jovens da CUFA (Central Única das Favelas) de Sorriso, na zona leste da cidade, e reuniu mais de 60 participantes.

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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