Pesquisar
Close this search box.

Cultura

O Agente Secreto recebe quatro indicações ao Oscar 2026

Publicado em

Cultura

O Brasil vai ter representante no Oscar 2026! O anúncio foi feito nesta quinta-feira (22) pela Academia de Artes e Ciências de Hollywood

As indicações confirmam a previsão das publicações especializadas. O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, vai disputar como Melhor Filme Internacional, Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Direção de Elenco.

Ouça também 🎧: O Agente Secreto vence duas das principais categorias do Globo de Ouro

Wagner Moura concorre a estatueta de Melhor Ator ao lado de Timothée Chalamet, Leonardo DiCaprio,  Michael B. Jordan e Ethan Hawke.

Como Melhor Filme Internacional, a briga vai ser com produções como Foi Apenas Um Acidente, da França; Valor Sentimental, da Noruega;  A Voz de Hind Rajab, da Tunísia; e Sirat, da Espanha.
 

Como Melhor Filme, disputa com trabalhos como Marty Supreme, Uma Batalha Atrás da Outra, Hamnet – A Vida Antes de Hamlet, Pecadores e Valor Sentimental, também indicado na categoria Melhor Filme Internacional.  

Ainda pelo Brasil, uma indicação para Melhor Fotografia. Embora a produção seja americana, Sonhos de Trem, tem o diretor de fotografia brasileiro Adolpho Veloso.


OSCAR 2023 - Estatueta do Oscar da Academy Awards, Foto: Martin Vorel/Wikimedia Commons

Estatueta do Oscar da Academy Awards – Martin Vorel/Wikimedia Commons

Premiação

A cerimônia do Oscar acontece no dia 15 de março em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Mais de 10 mil profissionais da indústria cinematográfica, entre atores, diretores, roteiristas e técnicos, participaram do processo da votação nas suas próprias áreas. A exceção é a categoria de Melhor Filme, escolhido por todos os membros da Academia.
 




Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Janis Joplin é homenageada em exposição no Museu da Imagem e do Som-SP

Publicados

em

Ícone da contracultura hippie e dona de uma das maiores vozes do rock, Janis Joplin é homenageada em uma exposição que começou nesta quinta-feira no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. São mais de trezentos itens originais da cantora e compositora estadunidense, entre cartas, fotografias, figurinos e discos. 

Janis Joplin teria completado 83 anos em janeiro. Ela morreu em outubro de 1970, aos 27 anos, e se consagrou como uma das grandes vozes do rock, além de ter uma presença de palco eletrizante. 

Na mostra, o público pode ver fotos, livros e discos de músicos de blues que influenciaram a artista, além de cartas, desenhos criados por ela, acessórios e roupas  – objetos que estavam guardados desde a morte da cantora e são exibidos pela primeira vez.  O diretor-geral do MIS e curador da exposição, André Sturm, explicou a ideia de dividir a exposição por sentimentos. Para ele as emoções eram intensas, por isso escolheu este lado mais potente: o amor, a felicidade, a tristeza, a liberdade…

A intensidade da voz rasgada pode ser ouvida em trechos de músicas disponíveis na mostra e também no vídeo exibido em uma tela enorme  com um trecho da apresentação no Festival de Monterey Pop em 67, um ponto de virada na carreira de Janis Joplin. 

Uma das salas é dedicada à vinda de Janis ao Brasil: em fevereiro de 1970, meses antes de morrer, ela desembarcou no Rio de Janeiro, em pleno carnaval, conheceu Alcione e Serguei, deu canjas em boates e foi fotografada nas praias cariocas. 

Chris Flannery foi consultor da exposição, e fez a ponte entre o museu e a família da cantora. Ele conta que a mostra traz a essência do estilo boho-chic de Janis e vai além

“Eu acho que nos manuscritos, nos desenhos dela, você vai ver um lado dela que as pessoas não conheciam: ela era uma artista. Então tem um espaço com a arte dela aqui. Então agora você tem a chance de começar a entender quem foi essa mulher. E tem muitos detalhes, muitas coisas da história dela e foi feito um ótimo trabalho de capturar a essência de quem ela foi como musicista”.


Foto da Expo Janis Joplin

Entre os anos de 1966 e 1970, Janis Joplin gravou quatro discos: dois como vocalista da banda Big Brother and the Holding Company e dois em carreira solo. O último deles, “Pearl”, foi lançado em janeiro de 1971, três meses depois da morte da cantora.

Janis Joplin foi livre à sua própria maneira e, além da importância na música, também representou um símbolo de liberdade para as mulheres ao não se encaixar em papéis sociais estabelecidos. 

A exposição “Janis” fica em cartaz no MIS até o mês de julho, e os ingressos podem ser comprados no site do museu. Às terças-feiras, a entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA